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O tempo passa, o mundo muda, tudo evolui. Mas o ser humano comete erros recorrentes por toda a história.

É assim desde que estamos aqui, nos manifestando. Tomemos um exemplo, Giordano Bruno e a sua teoria da “Universo infinito” e povoado por diversos sistemas solares e planetas, um absurdo tão grande que, além de ter sua teoria desacreditada, pagou com a vida por ter uma opinião diferente. Só que ele tinha razão, e o Universo é mesmo povoado por sistemas solares e planetas. Como este, existem muitos exemplos na história de que é muito difícil combater um conceito arraigado nas tradições, cultura, religião e principalmente um conceito que faz parte da ciência vigente. Mesmo que este possa estar incorreto.

A ciência é a maior criminosa neste aspecto, pelo menos da forma que eu vejo a coisa. Existe uma definição de ciência que é “Investigação racional ou estudo da natureza, direccionado à descoberta da verdade. Tal investigação é normalmente metódica, ou de acordo com o método científico – um processo de avaliar o conhecimento empírico”. Veja que Investigação sugere questionamento do que se sabe, do que se tem por padrão. Significa tentar descobrir algo (descoberta da verdade). Portanto, a simples tentativa de entender as coisas de forma diferente - desde que acompanhando método científico - é ciência e é válida.

Porém, hoje temos um rol de cientistas 100% céticos de qualquer coisa que desafie as descobertas anteriores. Novas teorias sofrem o mesmo que sofreu a teoria de Giordano Bruno - e sofrem também aqueles que pensaram na nova possibilidade. Claro, com as devidas proporções do que se considera sofrimento. Os conceitos tidos anteriormente se transformam em verdade absoluta, e de repente a ciência deixa de ser ciência, pois a investigação para nos limites das descobertas anteriores - as “verdades absolutas”. 

Terapias alternativas são “enganação”, homeopatia “só loucos para acreditar nisso”. Até bem pouco tempo atrás, a Acupuntura era tida como “bruxaria”, “charlatanismo” e termos semelhantes. Hoje é prática médica legal. Quer dizer, algo que funcionava há uns três mil anos teve que aguardar os “grandes cientistas” conseguirem aceitar que realmente era válida a tal terapia. Mesmo assim, a Acupuntura é aceita como técnica. A filosofia por trás dela é ignorada pela “sábia e evoluida Medicina Ocidental”. Definem-a Acupuntura Médica. É triste e deprimente ver isso acontecer. 

Vi hoje esse cara aqui, o Dr. T. Simoncini, um médico pesquisador que mantém o site http://www.cancer-fungus.com/ e que tem uma teoria muito inusitada para as causas do Câncer. Ele seria causado não por uma “divisão celular descontrolada”, mas sim por um fungo. Incrível, não? Quase que duvidável. Mas vale a pena entrar no site, ler e assistir o vídeo com uma explicação detalhada sobre as teorias que ele defende e as pesquisas que ele faz. Nem preciso dizer que ele está sendo rechaçado pela comunidade científica, tido como “louco” e criticado de todas as formas possíveis. Claro, precisamos ter discernimento quando tratamos de novas teorias. Mas precisamos dar uma chance para elas também, pois como Giordano Bruno, ele pode estar pisando num novo campo, fértil e real.

Quantos anos podemos estar atrasados por não considerar uma nova possibilidade? Quantas novas possibilidades podem estar ignoradas, relegadas ao esquecimento, e que poderiam significar evolução para a humanidade? Questionar é preciso SIM. Mas é preciso aceitar que não sabemos tudo, e que mesmo as nossas “leis” que “regem” nosso meio (e que foram descobertas da mesma forma) podem estar erradas, incompletas ou servir apenas para um rol de possibilidades. 

No dia em que o homem deixar de acreditar  que é o dono da verdade e considerar que o outro, que pensa diferente, pode acrescentar, estaremos no caminho certo da real evolução - da ciência, do mundo e do Homem. Dêem-se esta oportunidade.

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É assim que eu me sinto quando começo a ler sobre a história da computação. Começei a escrever algumas coisas para postar aqui sobre isto, e a genialidade das coisas que eu vi lá atrás me deixou… perplexo. A impressão que eu tenho é que em algum lugar as pessoas perderam alguma coisa, e que depois disso tudo piorou muito. Ou deixou de melhorar.

As coisas mais notáveis foram criadas até 1985. Depois disso, muito se mexeu, muito se copiou e muito aprimoramento (claro) apareceu, mas a grande estrutura foi ali definida, e permanece até hoje. Fiquei pensando: será que ainda tem espaço para novas invenções para Desktops? Os PCs parecem ter chegado num limite meio intransponível, ou talvez a inovação tenha deixado de procurar novas formas.

Computador LISA, da Apple ComputerVeja: em 1983, com o lançamento do Lisa, a Apple tinha basicamente tudo de mais importante que existe hoje no Windows, o “mais importante” sistema que existe hoje no mercado [cabe aqui um pedido de perdão para todo mundo que usa, como eu, Linux - neste contexto ainda não cabe falar de nós...]. Sistema operacional gráfico, programas em janelas, mouse, menus drop-down, drag and drop, copiar e colar, nomes de arquivo extensos… Sem entrar no mérito de cópia ou não cópia dos sistemas da Xerox, era impressionante o que um processadorzinho trash como o do Lisa podia fazer com um software bem feito.

Claro… Quando eu digo que todas as coisas já foram inventadas é apenas uma piada - se eu acreditasse mesmo nisso, não seria sócio de uma empresa que produz software. Mas tá cada vez mais difícil ter A idéia neste contexto. Acho que para os pioneiros havia um grande território 100% inexplorado. Era como papel: aceita qualquer idéia. E muitas floresceram, outras não, outras demoraram 10 anos pra realmente terem efeito. Mas, por ser “papel em branco”, tudo o que se tinha em mente era possível fazer, e tudo era novidade. Esta era, para o Desktop, terminou. Eu acho né.

Quem sabe alguém (de repente um de nós) tem um click e entra com um modelo completamente inovador e simples de se gerenciar as coisas…

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Anos e anos de suposta rivalidade é o que cerca a história de Bill Gates, o famoso (porém não único) fundador da Microsoft, e Steve Jobs, o famoso (porém não único) fundados da Apple Computers, atual Apple Inc. Provavelmente a rivalidade é mais real do que suposta - atuaram diretamente no mesmo mercado, numa época onde Software e Hardware viviam em uma “simbiose”, ou seja, não havia até então o conceito de fabricar o hardware sem um software que o acompanhasse.

Deste novo modelo, surgiu a Microsoft. Essa história pode ser vista no famoso filme “Os piratas do Vale do Silício” (percebam que eu adoro a Wikipedia… hehehe), um prato cheio para quem gosta de história dos computadores. Bem, anos se passam, Steve Jobs sai da Apple, a Microsoft lança o Windows, Steve volta para a Apple e, de repente, “reata” com Gates. Mais alguns anos e máquinas da Apple voltam a rodar software Microsoft.

Andando pelo YouTube, como de costume, achei uma entrevista feita com os dois rapazes juntos, em 2007, na D5 All Things Digital conference no Vale do Silício. Muito interesante e inspiradora para aqueles que gostam de tecnologia. A visão de ambos sobre o negócio, e o “acreditar na idéia” são claros em diversos pontos da entrevista. Provavelmente por isto eles tem tanto sucesso.

Prometo que futuramente escreverei mais sobre história dos computadores. E que escreverei também sobre Stephen Wozniak, “o outro Steve” da Apple (e ao meu ver um grande gênio).

O vídeo tem 7 partes. É meio confuso, pois tem Part 1 of 7, 2 of 7, 3:1 of 7, 3: 2 of 7, 4: 1 of 7, 4: 2 of 7…. até a 7. Acho que cortaram as partes em mais partes… Se alguém souber um link melhor pra esta entrevista, por favor, poste nos comentários!

Abraços e até a próxima!

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Astrofísica é um assunto fascinante, porém quase que inatingível pela maioria das pessoas. Conceitos de matemática, física e astronomia podem parecer muito complexos, e podem tornar um estudo, uma incursão nesta área tão interessante num primeiro momento pouco estimulante, dada a nossa formação comum.

No início dos anos 80 foi lançada a série Cosmos, escrita por Carl Sagan e sua esposa Ann Druyan, fimada por 3 anos em diversos países. Esta série tem 13 episódios distintos, e chama a atenção pela trilha sonora extremamente agradável e, principalmente, pela forma de exposição do conteúdo científico denso. Carl Sagan é o próprio host do programa, e narra todos os episódios com uma linguagem suficientemente simples para que todos tenham condições de entedê-la.

Nos últimos anos, a série passou por algumas revisões, dadas as mudanças políticas no planeta e a novas descobertas científicas, porém mantém-se quase sem correções, o que demonstra a grande qualidade do trabalho. A série mostra de forma fascinante o universo em que vivemos, abrange astronomia, astrologia, teoria da relatividade, estrelas, efeito estufa, galáxias… É realmente uma série obrigatória para aqueles que admiram aquilo que vai além do corriqueiro, que tem fascínio pelas estrelas, pelo universo, pela vida numa outra esfera, mais ampla e fascinante.

Indico a todos aqueles que, por muitas vezes, se perdem no dia-a-dia do trabalho, na rotina repetitiva dos dias, e que muitas vezes se questionam sobre as razões de tudo isto, porque não até dizer da vida. Novos horizontes são capazes de dar novo fôlego, novo sentido para tudo na vida das pessoas. Cosmos, pra mim, tem este efeito.

No Brasil, desconheço quem grava e distribui este documentário comercialmente. Você pode encontrá-lo nos meios pouco convencionais, como torrents e outros programas de compartilhamento de arquivos. Caso alguém tenha esta informação, por favor, compartilhe-a.

Até a próxima!