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Pois é, pessoal, ainda não consegui emplacar esse blog, nem a periodicidade dele. As coisas estão super corridas por aqui!

Estou postando diretamente de Aracaju (hehehe…) onde estou no Seminário da Anprotec (http://www.seminarionacional.com.br). Está sendo muito proveitoso, os contatos sempre são muito bons nesses seminários. Anprotec significa Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores, e reúne como associadas várias incubadoras e parques tecnológicos, que dão condições de existência para empreendimentos inovadores. Minha empresa é ligada à Incubadora de Empresas INCIT.

É minha primeira vez na capital do Sergipe. Tudo aqui é muito bonito - além de todo o seminário, tenho a oportunidade de conhecer a cidade, as praias, os bares… Uma maravilha! 

Voltando de Aracajú, vou tentar de novo emplacar isso aqui. Tenho pela metade um post sobre conectividade, que fala dos princípios das conexões remotas com modem até o advento da internet, evolução maior (até hoje) deste tipo de comunicação. Até a próxima!

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É assim que eu me sinto quando começo a ler sobre a história da computação. Começei a escrever algumas coisas para postar aqui sobre isto, e a genialidade das coisas que eu vi lá atrás me deixou… perplexo. A impressão que eu tenho é que em algum lugar as pessoas perderam alguma coisa, e que depois disso tudo piorou muito. Ou deixou de melhorar.

As coisas mais notáveis foram criadas até 1985. Depois disso, muito se mexeu, muito se copiou e muito aprimoramento (claro) apareceu, mas a grande estrutura foi ali definida, e permanece até hoje. Fiquei pensando: será que ainda tem espaço para novas invenções para Desktops? Os PCs parecem ter chegado num limite meio intransponível, ou talvez a inovação tenha deixado de procurar novas formas.

Computador LISA, da Apple ComputerVeja: em 1983, com o lançamento do Lisa, a Apple tinha basicamente tudo de mais importante que existe hoje no Windows, o “mais importante” sistema que existe hoje no mercado [cabe aqui um pedido de perdão para todo mundo que usa, como eu, Linux - neste contexto ainda não cabe falar de nós...]. Sistema operacional gráfico, programas em janelas, mouse, menus drop-down, drag and drop, copiar e colar, nomes de arquivo extensos… Sem entrar no mérito de cópia ou não cópia dos sistemas da Xerox, era impressionante o que um processadorzinho trash como o do Lisa podia fazer com um software bem feito.

Claro… Quando eu digo que todas as coisas já foram inventadas é apenas uma piada - se eu acreditasse mesmo nisso, não seria sócio de uma empresa que produz software. Mas tá cada vez mais difícil ter A idéia neste contexto. Acho que para os pioneiros havia um grande território 100% inexplorado. Era como papel: aceita qualquer idéia. E muitas floresceram, outras não, outras demoraram 10 anos pra realmente terem efeito. Mas, por ser “papel em branco”, tudo o que se tinha em mente era possível fazer, e tudo era novidade. Esta era, para o Desktop, terminou. Eu acho né.

Quem sabe alguém (de repente um de nós) tem um click e entra com um modelo completamente inovador e simples de se gerenciar as coisas…

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Anos e anos de suposta rivalidade é o que cerca a história de Bill Gates, o famoso (porém não único) fundador da Microsoft, e Steve Jobs, o famoso (porém não único) fundados da Apple Computers, atual Apple Inc. Provavelmente a rivalidade é mais real do que suposta - atuaram diretamente no mesmo mercado, numa época onde Software e Hardware viviam em uma “simbiose”, ou seja, não havia até então o conceito de fabricar o hardware sem um software que o acompanhasse.

Deste novo modelo, surgiu a Microsoft. Essa história pode ser vista no famoso filme “Os piratas do Vale do Silício” (percebam que eu adoro a Wikipedia… hehehe), um prato cheio para quem gosta de história dos computadores. Bem, anos se passam, Steve Jobs sai da Apple, a Microsoft lança o Windows, Steve volta para a Apple e, de repente, “reata” com Gates. Mais alguns anos e máquinas da Apple voltam a rodar software Microsoft.

Andando pelo YouTube, como de costume, achei uma entrevista feita com os dois rapazes juntos, em 2007, na D5 All Things Digital conference no Vale do Silício. Muito interesante e inspiradora para aqueles que gostam de tecnologia. A visão de ambos sobre o negócio, e o “acreditar na idéia” são claros em diversos pontos da entrevista. Provavelmente por isto eles tem tanto sucesso.

Prometo que futuramente escreverei mais sobre história dos computadores. E que escreverei também sobre Stephen Wozniak, “o outro Steve” da Apple (e ao meu ver um grande gênio).

O vídeo tem 7 partes. É meio confuso, pois tem Part 1 of 7, 2 of 7, 3:1 of 7, 3: 2 of 7, 4: 1 of 7, 4: 2 of 7…. até a 7. Acho que cortaram as partes em mais partes… Se alguém souber um link melhor pra esta entrevista, por favor, poste nos comentários!

Abraços e até a próxima!

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Depois do meu último post, voltei para Itajubá. Para aqueles que não sabem, sou empresário, proprietário da B2ML Sistemas, uma empresa de tecnologia situada em Itajubá, na Incubadora de Empresas INCIT. Após alguns dias resolvendo os problemas corriqueiros da empresa, iniciei um treinamento proporcionado pelo SEBRAE em parceria com a ONU - Organização das Nações Unidas, o Empretec.

Logomarca do Empretec e das Nações UnidasO Empretec é um seminário de imersão, e que tem foco no comportamento do participante, empresário ou futuro empresário. Começou no sábado, e durou 9 dias - ou seja, acabou num domingo. Isto significa que emendei três semanas de trabalho, contando com esta. Mas digo - VALEU A PENA!

Desde o sábado, percebi que o ritmo era muito forte. Era um total de 9 horas de palestras, dinâmicas e atividades dentro de sala adicionadas de diversas atividades a serem desenvolvidas durante o período livre, ou seja, horário de almoço e noite adentro. Foram muitas atividades, muitas vivências e fatos desencadeados pelo Empretec. Acabei dormindo mais ou menos 4 horas por noite, escrevi mais ou menos umas 100 folhas entre projetos, rascunhos, atividades e “selos”.

O contato com empresários de outros ramos, trabalhar em conjunto com pessoas nem sempre conhecidas e o método utilizado transformaram a mim e a turma toda. Se de início eu estava vendo com certa descrença o método e o próprio curso, posso dizer que mudei completamente a minha forma de pensar: o Empretec é atividade OBRIGATÓRIA se você tem ou pretende ter uma empresa. Se você se permitir, opera verdadeiros milagres no seu comportamento.

As mudanças que o Empretec causou em mim já se refletem dentro da empresa - desde o planejamento até a execução, estou agindo diferentemente. E isto está trazendo desde já um resultado incrível! Recomento a todos - empresários ou não - este ótimo seminário. E aproveito para agradecer os facilitadores Mônica, Júnior e Aline pela oportunidade.